O uso da internet com responsabilidade na
construção de novos saberes.
As constantes
transformações e evoluções tecnológicas nos impulsionam cada vez mais a
estarmos conectados com o mundo virtual.
Os avanços, especialmente na área tecnológica, nos coloca a mercê das propostas
de inovação e desafios a serem superados.
Diante de uma
clientela aguçada e inquieta não podemos nos estacionar e posicionar fora deste
mundo abrangente, sedutor e perigoso. Nossos alunos e filhos são sujeitos ativos
e se inserem com tamanha rapidez e habilidade nestes avanços, principalmente no
que diz respeito às redes sociais ,que muito nos preocupa como pais e profissionais , à sua inserção nesta
selva repleta de atrativos e também de perigos. Sentimos angustiados, por hora, como educadores que queremos
adentrar neste mundo e trazer para dentro de nossa escola uma maneira
satisfatória e prazerosa de ensinar, mas ao mesmo tempo, sentimos impotentes
diante dos perigos que assombram este mundo. A praticidade no uso das
ferramentas que nos protegem, não chama muito a atenção dos nossos sedentos adolescentes
com as múltiplas descobertas que lhe proporcionam a internet.
O que fazer
então? Seria o melhor caminho ficarmos passivos diante destes avanços ou nos
arriscarmos com determinação e coragem em busca destes novos saberes? Muitos,
como nos, estamos optando pelo segundo desafio. Vamos tentar ultrapassar
obstáculos, e para isto temos que nos preparar. Discutir, debater e até impor
regras para que não sejam desrespeitados acordos previamente impostos aos alunos
se fazem necessários. Necessitamos de suporte técnico, nenhum professor
consegue ficar em um laboratório de informática com 40 alunos (adolescentes)
sem que estes não estejam sendo monitorados enquanto o professor lhes fornece
informações e diretrizes para que a tarefa proposta seja bem executada.
A família
deve ser uma aliada nesta tarefa. Impor com diálogo o que é e o que não é
permitido em casa em relação ao uso da internet leva o aluno, o filho, a saber
administrar e contralar o mundo que se oferece a sua frente sem se expor ou
expor outras pessoas aos perigos.
Sabemos que a
educação precisa ser repensada, mas sabemos também que precisamos ser
profissionais equilibradas, qualificados, valorizadas para que não criemos uma
educação insegura, ideológica e sobretudo fundamentada no perigo da modernidade
excessiva. Precisamos caminhar de mãos dadas; família, professores, alunos,
enfim a ESCOLA que na minha visão é sinônimo de todos estes grupos citados.
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Maria
Aparecida de Almeida Costa
Professora
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